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Celebrando o bicentenário de Shelley (1792-1822)
A Máscara da Anarquia parece ter sido escrito hoje, e sempre parecerá presente no futuro. Soa ingênua, pacífica e até simplista com seu ritmo de cantiga. Porém, no sempiterno desfilar das figuras grotescas da hipocrisia, da injustiça e do poder, a sugestão de resistência não é apenas lutar com a não‑ação, nem só não responder violência com violência, e sim a união da consciência coletiva. O mais difícil é o mais simples nessa utopia, onde a vida seria um jardim aromático sempre cuidado, e um pomar e uma horta pródiga de todo alimento necessário
para que as pessoas pudessem apenas ser sinceras, justas e generosas, capazes de gerirem por si só um mundo igualitário e prazeroso. Por isso não se trata de lado político, a utopia mora na incapacidade de convergência dos ideais de todas as pessoas, que, no mais íntimo e no mais básico do ser humano, são os mesmos de fato – mas na primeira palavra dita para se expressarem, se desentendem. E nisso também a poesia tem poder.
Nada desfaz‑se ou se perde,
Tudo vira, igual o mar,
Algo rico e singular.
(Epitáfio de Shelley, dos versos de Shakespeare em A Tempestade)
A MÁSCARA DA ANARQUIA
A PLANTA SENSITIVA
POEMAS A LORD BYRON
MANIFESTO VEGETARIANO
RELATO DE MARY SHELLEY
***
A Máscara da Anarquia e outras subversões
Percy Bysshe Shelley
tradução de Lucas Zaparolli de Agustini.
Curitiba : Editora Anticítera, 2026.
116 páginas
16X23 cm
Celebrando seu bicentenário (1792-1822)
ISBN 978-85-69199-50-2
Fazem parte desta antologia:
A MÁSCARA DA ANARQUIA
ADONAIS
TARDE DE VERÃO EM UM CEMITÉRIO
SOBRE A MORTE
ALASTOR, OU O ESPÍRITO DA SOLITUDE
LINHAS ESCRITAS ENTRE AS COLINAS EUGÂNEAS
INVOCAÇÃO À MISÉRIA
SONETO
FRAGMENTO: PARA BYRON
CANÇÃO AOS HOMENS DA INGLATERRA
FRAGMENTO: VAMOS NUMA ESFERA MAIS BRILHANTE
A PLANTA SENSITIVA
HINO DE APOLO
HINO DE PÃ
VERÃO E INVERNO
A TORRE DA FOME
UMA ALEGORIA
SONETO A BYRON
A-MANHÃ
FRAGMENTO: O VENTO VIOLENTO ESTÁ CANTANDO
JUVENÍLIA
VERSOS SOBRE UM GATO
NOTA INTRODUTÓRIA AO ‘MANIFESTO VEGETARIANO’ DE SHELLEY
MISCELÂNEA I: REIVINDICAÇÃO POR UMA DIETA NATURAL
MISCELÂNEA II: NOTA SOBRE OS POEMAS DE 1822 DE PERCY POR MARY SHELLEY